Saúde de Condições Intestinais

Artrite Enteropática: 6 Genes e 7 Biomarcadores a Acompanhar

A artrite enteropática situa-se numa das intersecções mais frustrantes da medicina: o intestino e as articulações estão ambos inflamados, a ligação entre eles é real, mas a maioria dos protocolos clínicos trata cada órgão isoladamente.

Artrite Reativa por Campylobacter - 5 Genes e 7 Biomarcadores para Monitorar

A artrite reativa decorrente de uma infecção por Campylobacter é uma daquelas condições que tendem a confundir até mesmo médicos experientes. Você teve o que parecia ser um episódio rotineiro de intoxicação alimentar — cólicas, diarreia, febre — e, algumas semanas depois, suas articulações começaram a inchar.

Artropatia Associada à DII - 5 Genes e 6 Biomarcadores para Acompanhar

Se você vive com doença inflamatória intestinal — seja doença de Crohn ou colite ulcerativa — e também lida com dores articulares, rigidez ou inchaço, você não está imaginando uma conexão. A artropatia associada à DII é uma das manifestações extraintestinais mais comuns da DII, afetando de 17 a 39 por cento dos pacientes, dependendo da classificação utilizada.

Eritema Nodoso — 4 Genes e 6 Biomarcadores para Acompanhar

O eritema nodoso não surge discretamente. Uma manhã, você nota nódulos quentes e dolorosos nas canelas — às vezes nos antebraços ou em outros lugares — que são vermelho-escuros, doloridos ao pressionar e alarmantes o suficiente para motivar uma consulta médica.

Genes e Biomarcadores do Pioderma Gangrenoso — 5 Genes e 6 Biomarcadores para Acompanhar

O pioderma gangrenoso é uma daquelas condições que consegue ser simultaneamente rara o suficiente para ser pouco compreendida e grave o suficiente para desestruturar a vida diária. As feridas não são apenas esteticamente perturbadoras — são profundamente dolorosas, de cicatrização lenta, propensas a piorar com pequenos traumas e, frequentemente, ligadas a doenças sistêmicas que são, por si só, difíceis de gerir.

Síndrome de Satoyoshi: 3 Genes e 7 Biomarcadores para Acompanhar

Se você ou seu filho foi diagnosticado com a síndrome de Satoyoshi, já sabe o quão pouco o roteiro médico padrão tem a oferecer. A condição é rara o suficiente para que a maioria dos neurologistas veja, no máximo, um caso em toda a carreira, e o conselho que se segue a um diagnóstico é frequentemente limitado a "vamos tentar corticosteroides e ver o que acontece".

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