Dor no peito
Possible conditions
Síndrome SAPHO — 5 Genes e 6 Biomarcadores Para Monitorar
Viver com a síndrome SAPHO significa navegar por uma condição que a maioria dos clínicos nunca encontrou, na qual dores ósseas, surtos cutâneos e inflamação articular ocorrem juntos em padrões que não se encaixam perfeitamente nas categorias padrão de reumatologia ou dermatologia.
Genes e Biomarcadores da Síndrome de Loeys-Dietz: 6 Genes e 6 Biomarcadores para Monitorar
Se você ou alguém que você ama foi diagnosticado com a síndrome de Loeys-Dietz, provavelmente já percebeu a rapidez com que a conversa padrão com um cardiologista atinge seus limites. O conselho — manter a pressão arterial baixa, fazer o ecocardiograma, evitar esportes de contato — está correto, mas mal arranha a superfície do que realmente está acontecendo no corpo.
Síndrome Periódica Associada ao Receptor de TNF - 5 Genes e 6 Biomarcadores para Acompanhar
Viver com a Síndrome Periódica Associada ao Receptor de TNF significa viver com incerteza. Os ataques surgem de forma imprevisível — às vezes após uma infecção, às vezes após o estresse, às vezes sem motivo aparente — e depois desaparecem tão completamente quanto surgiram.
Genes e Biomarcadores da Doença de Kawasaki — 5 Genes e 7 Biomarcadores para Acompanhar
Quando uma criança recebe o diagnóstico da doença de Kawasaki, a resposta imediata é quase inteiramente clínica — imunoglobulina intravenosa, aspirina, controle da febre, ecocardiograma. Essa urgência é totalmente apropriada.
Genes e Biomarcadores da Síndrome Hipereosinofílica: 6 Genes e 7 Biomarcadores para Acompanhar
Viver com a síndrome hipereosinofílica — ou ver a sua contagem de eosinófilos subir de forma persistente acima de 1.500 células por microlitro, apesar dos ajustes no tratamento — é uma experiência frustrante com a qual a maioria das abordagens de cuidados padrão lida de forma incompleta.
Genes e Biomarcadores do Lúpus Induzido por Fármacos — 7 Biomarcadores e 5 Genes para Monitorar
O lúpus induzido por fármacos encontra-se em um dos pontos cegos diagnósticos mais frustrantes da medicina moderna. Você toma um medicamento de boa-fé — para o ritmo cardíaco, pressão arterial, profilaxia da tuberculose ou uma infecção bacteriana — e, meses ou anos depois, desenvolve fadiga, dor nas articulações, pleurite e uma erupção cutânea que parece surgir do nada.
Endocardite Bacteriana Subaguda — 6 Genes e 7 Biomarcadores para Acompanhar
A endocardite bacteriana subaguda situa-se em um meio-termo desconfortável na medicina — grave o suficiente para exigir semanas de antibióticos intravenosos e monitoramento cardíaco de perto, porém frequentemente não diagnosticada por meses porque sua apresentação inicial se assemelha a fadiga, febre baixa ou uma doença viral não resolvida.
Granulomatose Eosinofílica com Poliangiite – 5 Genes e 6 Biomarcadores para Acompanhar
A granulomatose eosinofílica com poliangiite — EGPA, outrora chamada síndrome de Churg-Strauss — é um dos diagnósticos mais desconcertantes que uma pessoa pode receber. A maioria das pessoas passa anos sendo tratada para asma grave ou sinusite recorrente antes que o quadro completo surja: vasculite que afeta vasos pequenos e médios, danos nos nervos, envolvimento cutâneo e, nos casos mais graves, complicações cardíacas.
Síndrome Pós-Lesão Cardíaca — 5 Genes e 6 Biomarcadores para Acompanhar
A síndrome pós-lesão cardíaca (PCIS) surge num momento já difícil. Você passou por um evento cardíaco — cirurgia cardíaca de peito aberto, infarto do miocárdio, ablação por cateter ou mesmo implantação de um pacemaker — e, semanas depois, o seu corpo responde com febre, dor no peito e inflamação pericárdica.