Dor poplítea (parte posterior do joelho)
Possible conditions
Bursite Semimembranosa — 5 Genes e 7 Biomarcadores para Acompanhar
A dor na parte de trás do joelho que persiste, incha e retorna não importa o que você tente é um tipo particular de frustração. A bursite semimembranosa — inflamação do pequeno saco cheio de líquido aninhado entre o tendão semimembranoso e o gastrocnêmio medial — é frequentemente subdiagnosticada ou agrupada com o cisto de Baker e a dor posterior genérica no joelho.
Tendinite Poplítea — 5 Genes e 7 Biomarcadores para Acompanhar
A tendinite poplítea não recebe a mesma atenção que a tendinopatia de Aquiles ou a tendinite patelar, mas para qualquer pessoa que já tenha lidado com dor lateral persistente no joelho ao correr em declives, pedalar ou mudar de direção repetidamente, é igualmente frustrante.
Genes e Biomarcadores de Ruptura do Tendão Poplíteo: 6 Genes e 7 Biomarcadores para Acompanhar
A ruptura do tendão poplíteo é uma daquelas lesões que passam despercebidas, são diagnosticadas incorretamente ou tratadas de forma genérica demais. Localizado na parte posterior do joelho, o músculo poplíteo e seu tendão desempenham um papel silencioso, mas crítico, na estabilização da articulação durante a rotação e no desbloqueio do joelho a partir da extensão total.
Síndrome do Impacto Posterior do Joelho — 7 Biomarcadores e 5 Genes para Acompanhar
Há uma frustração particular em sentir dor na parte posterior do joelho, especialmente quando você não consegue dobrar ou estender totalmente sem aquela fisgada profunda e dolorosa. Você pode ter sido instruído a descansar, aplicar gelo e fazer alguns alongamentos genéricos.
Síndrome da Fabela — 7 Biomarcadores e 5 Genes Para Acompanhar
A dor persistente na parte de trás do joelho que não corresponde a nenhum diagnóstico claro é genuinamente desorientadora. A síndrome da fabela é uma daquelas condições que passam despercebidas nas avaliações ortopédicas padrão — a fabela, um pequeno osso sesamoide inserido na cabeça lateral do músculo gastrocnêmio, está presente em cerca de 10 a 40 por cento das pessoas e a sua prevalência tem realmente aumentado nos últimos 150 anos, possivelmente associada ao aumento da altura média e da massa corporal.
Degeneração Mucoide do LCP — 4 Genes e 6 Biomarcadores para Acompanhar
A degeneração mucoide do ligamento cruzado posterior é um daqueles diagnósticos que tende a surgir silenciosamente — detectada em uma ressonância magnética solicitada por dor inexplicável na parte posterior do joelho, rigidez progressiva ou uma perda lenta da flexão completa.
Ruptura da Cápsula Posterior do Joelho — 5 Genes e 7 Biomarcadores para Acompanhar
Uma ruptura da cápsula posterior do joelho coloca você em um tipo específico de limbo. A lesão é dolorosa o suficiente para interromper as atividades diárias, mas o caminho padrão de tratamento — repouso, gelo, encaminhamento para fisioterapia, talvez uma ressonância magnética — raramente explica por que aconteceu ou por que a recuperação é mais lenta para algumas pessoas do que para outras.
Schwannoma do Joelho - 5 Genes e 6 Biomarcadores a Monitorar
Um schwannoma no joelho é um daqueles diagnósticos que chega de mansinho, mas deixa uma longa lista de perguntas em aberto. Você pode tê-lo recebido após uma ressonância magnética solicitada para uma dor no joelho não relacionada, ou após notar uma massa de crescimento lento perto da parte de trás do joelho ou ao longo da fossa poplítea.
Trombose Venosa Poplítea: 5 Genes e 6 Biomarcadores para Acompanhar
A formação de um coágulo sanguíneo na veia poplítea — o vaso que passa atrás do seu joelho — não é um evento aleatório. Para a maioria das pessoas que apresentam trombose venosa poplítea, existe uma história biológica subjacente que a tornou possível: uma combinação de tendências herdadas, alterações adquiridas no comportamento do sangue e exposições ambientais que inclinaram a balança em direção à coagulação.
Síndrome do Pterígio Poplíteo — 3 Genes e 5 Biomarcadores para Acompanhar
A síndrome do pterígio poplíteo é um daqueles diagnósticos que tendem a parar na superfície: a membrana, a fenda, o cronograma cirúrgico, o encaminhamento para o especialista. Famílias e indivíduos que a vivenciam frequentemente recebem uma imagem anatômica clara do que está acontecendo, mas muito menos clareza sobre o porquê — e menos ainda sobre o que, além do roteiro cirúrgico, pode genuinamente influenciar os resultados.