Taquicardia
Possible conditions
Genes e Biomarcadores de Hipertiroidismo — 7 Genes e 7 Biomarcadores para Acompanhar
Se lhe disseram que a sua tireoide está hiperativa, você já sabe como é que isso se sente no seu corpo — o batimento cardíaco acelerado em repouso, o calor de que não se consegue livrar, o peso que continua a baixar não importa o quanto coma, a ansiedade que parece vir do nada.
Genes e Biomarcadores da Síndrome de Hipermobilidade: 6 Genes e 7 Biomarcadores para Monitorar
Viver com a síndrome de hipermobilidade significa navegar por uma condição que a maioria dos profissionais subestima. Suas articulações se dobram mais do que deveriam, sua dor não segue um padrão previsível e os conselhos que você recebe geralmente se resumem a "fortalecer o core" e "trabalhar com um fisioterapeuta".
Laxidão Ligamentar Congênita: 6 Genes e 7 Biomarcadores para Acompanhar
Viver com laxidão ligamentar congênita significa lidar com articulações que se movem além de sua amplitude pretendida — e com a dor crônica, fadiga e instabilidade que frequentemente se seguem. A maioria das pessoas com essa condição ouve o mesmo conselho há anos: fortaleça seus músculos, faça mais fisioterapia, trabalhe na estabilidade.
Genes e Biomarcadores da Porfiria — 7 Genes e 6 Biomarcadores para Acompanhar
Viver com porfiria muitas vezes significa navegar por uma condição com a qual a maioria dos médicos se depara apenas algumas poucas vezes em suas carreiras. O tempo médio desde o primeiro sintoma até o diagnóstico confirmado é medido em anos, não em meses.
Genes e Biomarcadores da Síndrome da Fadiga Crônica: 6 Genes e 7 Biomarcadores para Acompanhar
Se você vive com a síndrome da fadiga crônica, já sabe que a exaustão não é o cansaço do qual as outras pessoas falam. É um peso que uma noite inteira de sono não alivia, uma névoa que se intensifica após um esforço comum e um corpo que parece puni-lo um ou dois dias depois de você ter ousado se sentir quase normal.
Síndrome Pós-COVID-19 - 5 Genes e 6 Biomarcadores para Acompanhar
Se você está lendo isto, é bem provável que o calendário diga que a infecção já passou há muito tempo, mas o seu corpo não recebeu o recado. A tosse passou, o teste deu negativo e, no entanto, algo permaneceu: uma fadiga que o sono não resolve, um coração que dispara quando você se levanta, um cérebro que trava no meio de uma frase, um corpo que o pune no dia seguinte ao que você ousa se sentir…